Escola de Sustentabilidade Integral

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Vivência no Sítio do Futuro em novembro

Entre os dias 14 e 18 e de novembro de 2019 vai acontecer a mais nova Vivência da ESI no Sítio do Futuro em Miguel Calmon na Bahia.

A Vivência é uma experiência imersiva de contato com a Natureza e vida em comunidade, uma oportunidade se reconectar consigo mesmo, com os outros e com a Mãe Terra. 

Sairemos na quinta-feira 14/11 às 5:30h e retornaremos 18/11 às 19:00h.
Durante esses quatro dias, dentre outros momentos, teremos:
  • Exercícios Físicos e Meditativos
  • Noites de sono restaurativas
  • Trabalho na horta e plantio de árvores
  • Caminhadas na Natureza e cachoeiras
  • Conversa com as estrelas e consigo mesmo
  • Atelier de Cozinha Vegetariana e de Pães
  • Reflexão e vivência do paradigma holístico

O valor de contribuição para essa experiência é de R$600,00 que inclui:
  • Formação
  • Hospedagem em dormitórios coletivos
  • Refeições vegetarianas completas
Não está incluso no valor:
  • Transporte ida e volta Salvador-Sítio do Futuro
Para viver essa experiência engrandecedora ou saber mais informações, é só entrar em contato conosco através do e-mail: escolasustentabilidadeintegral@gmail.com


Venha ser feliz conosco e com a Mãe Natureza!

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Novidade na ESI

Novidade na ESI: Aulas de meditação, uma vez por mês, para um público específico  (jovens, mulheres, idosos e homens).
Nesses tempos de ebulição energética, que se materializa em todos os campos da vida, quanto mais serenidade encontrarmos, mais ajudaremos a nós mesmos e ao mundo. Venha conhecer o relaxamento profundo e perceba como funciona sua mente. Convide-a à calma e ao foco e melhore sua saúde psíquica e física, através de exercícios meditativos que poderão ser realizados em casa.

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Em busca da mente clara: começando a meditar

 
 Conhecer a própria mente e sua forma de funcionamento é um passo essencial para o aprendizado da meditação, sendo um excelente caminho para a clareza mental em todas as esferas da vida. Com isso, usamos melhor o tempo, por exemplo e podemos ser mais felizes.  A atenção ao momento presente é o caminho para tranquilizar a mente e perceber seus mecanismos de atuação. Porém, diversos obstáculos se colocam a esse alinhamento com o agora e a mente tende a distrair-se. O budismo identifica dezenas de tipos de "distrações" que fazem com que a mente se desalinhe, se agite e dificulte a conquista da clareza e da paz interior. Com base nesse conhecimento, e em minha experiência com estudantes, identifiquei cinco tipos bastante comuns de funcionamento da mente. Aqueles/as que querem avançar na prática da meditação e beneficiar de uma mente mais clara e tranquila podem observar o tipo de pensamentos mais frequentes em seu dia-a-dia e assim se aventurar em seu mundo interior e buscar evolução pessoal e coletiva.
Nos tempos atuais, a maior parte das pessoas tem momentos em que é controlada pelos próprios pensamentos, chegando a confundir a si mesma com sua mente. A mente inquieta é aquela que está constantemente envolvida com pensamentos repetitivos, seja em torno de emoções, positivas ou negativas (desejos, ciúme, raiva, paixões, etc.), ou de situações vividas (questões de trabalho e relacionamento, entre outros). A mente preocupada é movida pelos medos e se ocupa excessivamente de especulações sobre o que pode acontecer em casa, na saúde, no trabalho, com os entes queridos, etc, ocupando-se, na maioria das vezes desnecessariamente, com pensamentos negativos. A  mente comentadora é aquela que opina incessantemente sobre tudo e todos, com julgamentos geralmente negativos, observando criticamente os outros, perdendo a oportunidade de observar a si mesmo e evoluir. A mente planejadora está sempre focada no futuro, seja na agenda imediata, seja na mais longínqua, planejando os passos a seguir de modo geralmente esperançosamente positivo, idealizando sua capacidade de interferir no mundo e alienando-se, do mesmo modo, do momento presente. A mente testemunha é a de quem encontrou a paz interior, pois está atenta ao que acontece aqui e agora, permitindo que a pessoa sinta mais o mundo e observe a si mesma em ação, evitando perder-se em seu próprio funcionamento mental e abrindo caminhos para o próprio aperfeiçoamento.
Os tumultos da mente são amenizados quando meditar se torna parte da vida. Nesse caso, a mente testemunha naturalmente se instala no espaço de paz produzido na meditação e no qual ela encontra alimento pra se desenvolver. Pode-se perceber assim as variações do comportamento mental ao longo do tempo e identificar o que é natural e sadio e o que deve ser curado. Quando vivemos situações de estresse excessivo, é natural tendermos à inquietude em torno do tema que nos estressa, porém viver inquieto/a é doentio. Em situações em que estamos conhecendo muitas pessoas e circunstancias novas é natural o comentário consigo mesmo sobre o que se vê e vive, mas se o julgamento é o principal mote da mente, e sobretudo se ele é constantemente negativo, é fácil ver que há uma fuga de si e de seus próprios defeitos.  A preocupação e o planejamento também são naturais, e mesmo necessários, só não podem ser compulsivos e ocupar a maior parte dos pensamentos. Testemunhar calmamente o próprio processo mental nos dá, ao promover o autoconhecimento, a oportunidade de cura, pois a mente é também maleável e pode ser treinada. “Trazer a mente pra casa”, é a proposta.
Um caminho simples para reconhecer o próprio padrão mental é adotar práticas meditativas, como a meditação diária de um minuto, explicada aqui. Ao começar o método, enquanto sua mente estiver agitada, use os exemplos dados acima como referência e observe o padrão de funcionamento mental que se reproduz, antes que a calma se instale. Na medida em que você repete em semanas e meses a experiência meditativa (que pode ter vários métodos, encontrados facilmente na web, ou com mestres disponíveis), a percepção do funcionamento mais comum da sua mente vai se tornando mais e mais evidente. Identificado o padrão, é preciso entender a relação desse padrão com a personalidade e “cortar” os excessos, com persistência. Se há muita inquietação, é preciso uma mudança profunda no jeito de viver; se há medos e preocupação demasiada, é preciso mais confiança nos outros e no mundo; se há muito julgamento, é hora de focar em si, com compaixão, pra poder evoluir; se o foco é no futuro e no que há a fazer, mais presença e prazer no momento presente, no aqui e agora, é o caminho.
Uma mente que vai se esvaziando de suas sombras se torna naturalmente cada vez mais clara e plenamente consciente. Só uma mente clara permite o alinhamento de si com o que é essencial para cada um/a. O alinhamento e a autenticidade favorecem ações pertinentes para a realização individual e com isso mais alegria no dia à dia e ao longo da vida. Pessoas “de bem com a vida” favorecem o bem do mundo ao redor e, com isso, um mundo melhor. Nada há a perder. Tente!

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Permacultura: prática do futuro emergente


Num mundo no qual o rápido, o fugaz e o superficial ainda são majoritários, não é estranho que pessoas tenham pensado na cultura do que permanece e se aprofunda. Toda a história humana se fez assim: enquanto a maioria está em um estágio, há os que já pensam e vivem como no tempo que virá. Bill Mollison e David Holmgren fazem parte destes construtores de futuro e não é à toa que o conceito de Permacultura, criado por eles na Austrália no final dos anos 70, seja hoje conhecido no mundo todo. Como dizia sabiamente Margaret Mead: “Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas conscientes e engajadas possa mudar o mundo. De fato, sempre foi assim que o mundo mudou”.
Criado no ambiente rural, o desenho permacultural permitiu planejar e intervir na terra contribuindo para a abundância de alimentos, a conservação do solo e das espécies e diminuição do trabalho humano. Ao envolver práticas agrícolas tradicionais e descobertas científicas contemporâneas, a Permacultura realiza ambientes sustentáveis, favoráveis à vida de forma mais próxima aos ecossistemas naturais e com isso promovendo a perenidade, como só a Natureza sabe fazer. Hoje a Permacultura é vista como uma maneira integral de planejar e agir, seja no campo ou na cidade, incorporando as dimensões econômica, relacional, construtiva, tecnológica, educacional e a saúde física e espiritual.
Podem-se encontrar os três princípios permaculturais básicos – “cuidar da terra”, “cuidar das pessoas” e “partilhar os excedentes”, em várias experiências: na agricultura orgânica rural e urbana, nas ecovilas, na agroecologia, nas agroflorestas, nos eco-bairros etc. Essas e tantas outras iniciativas vão se tornando cada vez mais conhecidas e respeitadas e funcionam como práticas do futuro emergente, ou seja, com vocação para serem hegemônicas no amanhã, quando as condições para isso amadurecerem. Essas experiências evidenciam o esgotamento do modelo socioeconômico e político vigente e a busca crescente das pessoas por uma existência com mais sentido e mais qualidade. Uma vida em que cada pessoa possa encontrar seu lugar no mundo e entender o lugar de cada outro elemento na grande Teia da Vida.
Enquanto o mundo corre atrás de segurança e dinheiro, essas pessoas aceitam que a Vida é interconexão, interdependência e incerteza e buscam viver de outras riquezas. A Bahia foi a sede do primeiro Instituto de Permacultura do Brasil e sua fundadora, Marsha Hanzi, assim como sua equipe, de brasileiros e estrangeiros, continua por aí, permanentemente, abrindo frentes de novos modos de viver e mostrando que isso é possível e prazeroso.

 Assista ao lindo vídeo com Marsha Hanzi, no Epicentro Marizá, onde ela vive: Porque não o paraíso?

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Compostagem de resíduos orgânicos vira lei em Florianópolis

 
 A compostagem não apenas é uma necessidade, mas um grande prazer. Acompanhar os resíduos naturais da casa virar Terra, é participar do ciclo sagrado da vida de forma ativa. Vemos com alegria os alunos.as da E.S.I tornarem-se produtores de composto doméstico e realizarem-se com esse gesto que nos aproxima da Natureza e nos faz co-criadores de VIDA. Que as cidades nos acompanhem.  

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44 Plantas, flores e matos que invadem o jardim e são comestíveis (PANCs)

 
 44 Plantas, flores e matos que invadem o jardim e são comestíveis (PANCs).
A E.S.I é uma pioneira no cultivo de PANCS - Plantas alimentícias não convencionais, em sua sede em Salvador e no Sítio do Futuro.
Essas delícias sem agrotóxicos fazem parte do nosso cardápio.

Antes de sair arrancando, descubra se aquele matinho é de comer.

Você com certeza já ficou frente a frente com alguma delas na rua, mas provavelmente não sabia que poderiam ser levadas e consumidas em casa. As PANCs, Plantas Alimentícias Não Convencionais, vêm ganhando o paladar dos brasileiros e podem inclusive ajudar na transição ao vegetarianismo ou veganismo.

Caracterizadas por plantas comestíveis, elas não são muito conhecidas ou consumidas e vão desde verduras até corantes naturais. Divulgá-las é uma maneira de não deixar esse conhecimento ancestral cair no esquecimento.

A fim de saber mais, acesse o link: https://www.almanaquesos.com/44-plantas-flores-e-matos-que-invadem-o-jardim-e-sao-comestiveis-pancs/?fbclid=IwAR3mGwSFt0JJvmmHDJsUaTc25Ho1RY0I4BR-fUDe-rTQF682wDpA-14I6GU

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